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Quick Tip #3 – O Valor dos “Opinion Leaders” nos Media Sociais

Numa determinada audiência (exemplo: 1.000 Friends no Facebook) nem todos os elementos são Active Users e os que possuem essa característica nem todos são Opinion Leaders, o que significa dizer que o acompanhamento de comunidades nestes meios deve ter em consideração 3 medidas prévias:

  • Considerar a audiência líquida – Descontando a margem de utilizadores fora do perfil Active Users;
  • Identificar e classificar os Opinion Leaders – Aferir quem são os utilizadores com maior regularidade de intervenção (Comments, Shares, Retweet, etc.);
  • Avaliar o peso de influência dos Opinion Leaders – Quantificar o volume de Influence Level gerado potencialmente por estes utilizadores, através da sua presença nas diversas plataformas de Media Sociais.

O Valor dos Opinion Leaders

Esta tipologia de utilizadores (igualmente descritos como Key Influencers) têm habitualmente seguidores fidelizados que apreciam ou acompanham as suas opiniões e pontos de vista, e exercem, nessa perspectiva, uma significativa influência em potenciais tomadas de decisão sobre temas que poderão envolver uma marca.

Existem estatísticas que referem que a  taxa de conversão sobre um produto é maior quando um prospect é originado por um Opinion Leader, comparativamente, por exemplo, a um sistema afiliado. A palavra destes utilizadores parece conter maior nível de credibilidade perante os seus seguidores do que o esforço e o investimento inicial despendido numa campanha sobre um produto ou serviço sem qualquer referência.

Onde identificar os Opinion Leaders

Exemplos simplificados de pesquisa e research:

  • Nr. Subscritores (directos e em RSS) e Volume de tráfego nos respectivos Blogs;
  • Nr. Followers no Twitter e Frequência de Retweets;
  • Nr. Friends no Facebook e Frequência de crescimento das suas audiências;
  • Nr. Connections no Linkedin, Nr. Grupos liderados e Frequência de dinamização

A existência de Opinion Leaders numa determinada audiência deve obedecer a critérios de rigor e de cuidado na gestão de conteúdos, os quais devem ser produzidos com base no pressuposto de poderem vir a ser propagados por estes utilizadores, o que significa uma amplitude de grande valor mas, paralelamente, de risco imenso, porque se existirem razões para um feedback claramente negativo, as consequências são óbvias.

Por estas razões, não será despropositado a empresa envolver os Opinion Leaders em iniciativas que os levem a ser, indirectamente, evangelistas da marca, através, por exemplo, do convite para estarem presentes em acções em público (conferências, apresentações à imprensa, etc.) ou emitir uma opinião directa sobre um determinado serviço ou experiência – Se as oportunidade existirem devem ser aproveitadas mas numa gestão bastante criteriosa e dedicada.

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